Frações Financeiras 26 – Como as empresas captam recursos: 10 exemplos

captaçãoA Revista Captações de Recursos – Coletânea de Casos é um número especial da revista Capital Aberto, que trouxe, em março de 2013, diversos exemplos de captação de recursos pelas empresas, lançando mão de diferentes instrumentos financeiros. O modo didático de apresentação e a riqueza de detalhes das emissões inspiraram e serviram de base a este texto. Serão expostos 10 instrumentos de captação de recursos por parte das empresas, juntamente com exemplos de transações realizadas em 2012.

 1 O que são Notas Promissórias Comerciais?

As notas promissórias comerciais são títulos de dívida emitidos por companhias não-financeiras. Elas também são chamadas de commercial papers ou, simplesmente, notas promissórias.  O comprador da nota tem um crédito contra a emissora. As notas são de curto prazo, de 30 a 180 dias para empresas de capital fechado e de 30 a 360 dias para empresas de capital aberto. Elas podem ser vendidas com taxas predeterminadas, prefixadas, ou posfixadas, por exemplo, indexadas ao Depósito Interfinanceiro. Elas não oferecem garantias reais, no entanto, em alguns casos, contam com fiança bancária.

A emissão da Cemig

Em fevereiro de 2012, a Cemig, empresa mineira do setor elétrico, lançou R$ 1 bilhão de Notas Promissórias Comerciais com prazo de até 360 dias. Os principais atrativos para a empresa são a facilidade para registrar e emitir as notas e o custo inferior aos dos empréstimos bancários. Os títulos até 60 dias foram vendido a 103% do DI, aqueles até 120 dias tinham 104% do DI de remuneração e os de 120 dias até 360 dias rendiam 105% do DI.

2 O que são Letras Financeiras?

As Letras Financeiras foram criadas em 2010 (Lei 12.249) para servirem como instrumento alternativo de captação de longo prazo pelas instituições financeiras. São captações mais longas e mais baratas para os bancos já que não são sujeitas a recolhimento compulsório e não contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito. A LF não pode ser emitida com valor nominal unitário inferior a:  R$300.000,00 se contiver cláusula de subordinação e II – R$150.000,00 se não contiver cláusula de subordinação. Há no mercado LFs prefixadas, indexadas ao DI, à Selic, ao IPCA, ao IPGM, à TJLP, entre outros indexadores.

O exemplo do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais

minas geraisO BDMG foi o primeiro Banco de Desenvolvimento a utilizar as Letras Financeiras.  O incentivo para essa captação foi o casamento entre a letra financeira, como instrumento de captação de longo prazo, e a estratégia de atuação do banco. Foram emitidas duas séries: a primeira de R$ 100 milhões com rendimento indexado ao DI mais 0,95% ao ano e a segunda de R$ 250 milhões indexada ao IPCA com juros de 4,14% ao ano. Ambas as séries têm prazo de 5 anos.

3 O que são Debêntures?

As debêntures são valores mobiliários de emissão de Sociedades Anônimas não financeiras, de capital aberto ou fechado.  Somente as debêntures emitidas por empresas de capital aberto podem ser colocadas no mercado mediante oferta pública. Esses títulos rendem juros, fixos (prefixados) ou variáveis (pós-fixados) e todas suas características são definidas na escritura de emissão. As debêntures podem ser negociadas no mercado secundário.  A maioria das debêntures existentes no mercado é registrada na CETIP.

A captação de R$ 2,1 bilhões da Elektro

A Elektro, que responde por 11,5% da energia elétrica distribuída no Estado de São Paulo, emitiu debêntures em setembro de 2012, no valor de R$ 650 milhões. Foram três séries: a primeira com prazo de 5 anos pagando DI mais 0,74% ao ano, a segunda com prazo de 7 anos indexada ao IPCA mais 5,10% e a terceira série com vencimento em 10 anos e rendimento igual à variação do IPCA mais 6% ao ano. A emissão foi classificado como brAAA pela S&P. A oferta foi feita de modo limitado, seguindo a Instrução 476, que dispensa de registro na CVM, as ofertas públicas dirigidas a até 50 e adquiridas por, no máximo, 20 investidores qualificados.

4 O que são Debêntures de Infraestrutura

As debêntures de infraestrutura são emitidas por sociedades de propósito específico para captar recursos para realização de projetos de investimento em infraestrutura, ou de produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Essas debêntures têm alíquota de imposto de renda de 0% para rendimentos auferidos por pessoas e 15% por pessoas jurídicas.

 A emissão da CCR para pessoas físicas

Pela primeira vez no Brasil, uma emissão de debêntures de infraestrutura foi destinada a pessoas físicas. O total emitido alcançou R$ 135 milhões, sendo 60% vendidos para pessoas físicas. O papel tem vencimento em 5 anos, com rendimento indexado ao IPCA mais juros de 2,71% ao ano. Há o pagamento semestral de juros e a amortização ocorre no vencimento.

 5 O que são Bônus emitidos no exterior?

São títulos emitidos no mercado internacional para serem vendidos aos investidores de outros países. Esses papeis podem ser registrados em um ou mais países. São chamados de eurobonds, quando são emitidos fora de qualquer jurisdição. Os global bonds sãoemitidos e negociados, ao mesmo tempo, em um ou mais países e fora de qualquer jurisdição.

A estreia da Caixa no mercado internacional

finanças internacionaiA Caixa Econômica Federal vendeu US$ 500 milhões em eurobonds de 5 anos e US$ 1 bilhão com prazo de 10 anos. Os títulos remuneram os investidores em 2,49% ao ano e 3,55% ao ano respectivamente. Cerca de metade desses papeis foram adquiridos por investidores norte-americanos. O restante foi para europeus, asiáticos e latinos.

 6 O que são FDICs?

Um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios é um condomínio, como todos outros tipos de fundos, que direciona parcela preponderante do seu patrimônio líquido para a aplicação em direitos creditórios. Direitos creditórios são os direitos que um credor tem de receber dívidas, geradas em operações financeiras, comerciais, industriais, imobiliárias, de hipotecas, de arrendamento mercantil e de prestação de serviços, entre outros. O risco principal dos FDICS é a inadimplência dos devedores que compõem a carteira do fundo. Os FDICS podem emitir cotas seniores e subordinadas, para que esta última proteja a primeira de certo volume de calotes.

 O FDIC do Banco Volkswagen

O Driver Brazil One é um FDIC montado pelo Banco Volkswagen, em maio de 2012, que captou R$ 1 bilhão. Os financiamentos para veículos novos feitos pelo banco foram vendidos para o FDIC. Foram emitidas 7,5% de cotas subordinadas que pertencem ao Banco Volkswagen. Isso significa que até 7,5% de calotes o prejuízo será do banco. Além disso, o FDIC negociou um swap para transformar sua renda prefixada em renda indexada ao DI.

 7 O que são CRAs?

O processo chamado de securitização começa com a criação de uma empresa cujo único propósito será emitir Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) para comprar recebíveis originados de negócios entre produtores rurais, ou suas cooperativas, e terceiros. Desse modo, podem emitir CRAs as companhias securitizadoras de direitos creditórios do agronegócio, ou seja, instituições não financeiras constituídas sob a forma de sociedade por ações com a finalidade de aquisição e securitização desses direitos e de emissão e colocação de CRAs no mercado financeiro e de capitais. Os CRAs são isentos de Imposto de renda para pessoas físicas.

As emissões de três empresas ligadas ao agronegócio

A Syngenta, através da venda de insumos para a produção agrícola e compra da produção futura, ficou credora de agricultores e cooperativas. Esses créditos foram transformados em Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio – CDCA. Esses novos certificados foram vendidos para uma entidade de propósito específico, uma securitizadora, que emitiu os CRAs e os vendeu ao mercado. Foram captados R$ 85 milhões de dólares com prazo de até dois anos e rendimento de 109% do DI.

 8 O que são CRIs?

financiamento imobiliarioImagine uma empresa montada exclusivamente para captar recursos pela emissão de títulos no mercado financeiro e para aplicar tais recursos no financiamento de imóveis. Esta é uma operação de securitização e os títulos emitidos pela securitizadora chamam-se Certificados de Recebíveis Imobiliários. A Lei 9.514 de 1997, que regula os CRIs, nos orienta que: “A securitização de créditos imobiliários é a operação pela qual tais créditos são expressamente vinculados à emissão de uma série de títulos de crédito, mediante Termo de Securitização de Créditos, lavrado por uma companhia securitizadora”. Os rendimentos dos CRIs são isentos de Imposto de Renda para o investidor Pessoa Física.

 A captação da BR Distribuidora para construir sua sede

Para captar os R 405 milhões, necessários para construir a nova sede da BR Distribuidora, a empresa RB Capital emitiu CRIs que financiaram a construção. A remuneração dos títulos que vencem em 2031 é semelhante a das NTN-Bs, ou seja, IPCA mais uma taxa de juros.

 9 O que são Fundos de Investimento Imobiliário?

Os Fundos de Investimento Imobiliário são condomínios fechados em que os recursos são destinados a empreendimentos imobiliários. Nesse tipo de fundo não é permitido o resgate de cotas, mas as cotas podem ser vendidas no mercado de bolsa ou balcão. São isentos do imposto sobre a renda na fonte e na declaração de ajuste anual das pessoas físicas, os rendimentos distribuídos pelos fundos de investimento imobiliário cujas cotas sejam admitidas à negociação exclusivamente em bolsas de valores ou no mercado de balcão organizado.

O exemplo de um FII do Banco do Brasil

O fundo de investimento imobiliário BB Progressivo II, do Banco do Brasil, captou R$ 1,5 bilhão no final de 2012. Os 64 imóveis que compõem o fundo eram de propriedade do banco, como agências bancárias e o principal prédio do banco em Brasília. O banco as vendeu para o fundo e tornou-se inquilino.

 10 O que é Cepac?

Um município pode aprovar leis que criem operações urbanas consorciadas. São leis que aprovam certas transformações na estrutura urbanística da cidade. A lei que aprova uma dada operação urbanística consorciada pode prever a emissão de Certificados de Potencial de Construção Adicional, que são valores mobiliários, emitidos pelo município, vendidos em leilão ou usados para pagamento das obras. Os Cepacs são livremente negociados e servem para adquirir o direito de construir na área objeto da intervenção. Os Cepacs são agregados ao pedido de licença para construir, quando se deseja exceder a área permitida.

A emissão da Prefeitura de Curitiba

Curitiba aprovou em 2011 a Operação Urbanística Consorciada da Linha Verde. Essa operação promove a ocupação ordenada da região através de desapropriações, execução de obras viárias, implantação de áreas verdes e equipamentos públicos, além de criar estímulos para usos diversificados do solo. A OUC Linha verde autorizou a emissão de Cepacs permitindo a construção adicional de cerca de 4,5 milhões de metros quadrados. No primeiro leilão, no entanto, foram vendidos apena 3% do total, permitindo à prefeitura de Curitiba a arrecadação de R$ 28 milhões. O prospecto previa a colocação de pouco menos de R$ 1 bilhão.

Referência: Captações de Recursos – Coletânea de Casos. Editora executiva Simone Azevedo. Publicação da Editora Capital Aberto Ltda. Ano 4/ número 39. Data de fechamento 28/02/2013.


[1] César Locatelli é economista e mestre em economia. É sócio diretor da F2 Formação Financeira, certificado CFP® e membro da comissão de educação do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros.

Posted in Frações Financeiras | Leave a comment

Frações Financeiras 25 – Afinal, o que faz o Planejador Financeiro Pessoal?

Uma revolução contra o Velho Jeito

planejamento“O planejamento financeiro começou com uma revolução contra o Velho Jeito de se fazer as coisas. O Velho Jeito era vender coisas às pessoas (investimentos, seguros de vida, às vezes moedas e diamantes) quer precisassem ou não. Um pequeno número de vendedores decidiu, ao invés de trabalhar para esta ou aquela grande firma de investimentos, trabalhar para seus clientes. “Esse movimento de guerrilha se espalhou, vagarosa e calmamente, até que finalmente amadureceu em uma nova profissão chamada planejamento financeiro”, afirma Robert Veres no prefácio de Jones (2010).

Ainda há corretores de bolsa e de seguros

Ele continua: “Contudo, ainda há corretores de bolsa e de seguros de vida que se preocupam mais em vender alguma coisa a você, do que melhorar sua vida, e provavelmente eles sempre existirão. Mas se você quer se tornar um planejador financeiro hoje, a cultura profissional requer que seu primeiro objetivo seja fazer das pessoas melhores investidores e melhorar suas vidas”.

Aconselhamento seguro

O objetivo do planejamento financeiro é prover aconselhamento seguro e coordenado para as pessoas e famílias. (RATTINNER, 2010)

Seis passos do CFP Board

Jones (2009) enfatiza a dificuldade de se definir a função de Planejamento Financeiro. Ela inicia com o Processo de Planejamento Financeiro dado pelo CFP Board of Standards1 composto pelos seguintes passos:

- Estabelecer e definir a relação cliente-planejador;

- Reunir dados dos clientes e seus objetivos;

- Analisar e avaliar o status financeiro do cliente;

- Desenvolver e apresentar recomendações e alternativas de planejamento financeiro;

- Implantar as recomendações;

- Monitorar as recomendações.

Uma primeira e incompleta definição

Ela observa que, na verdade, o CFP Board nos revela um processo e não uma definição universal da profissão. A definição seguinte é qualificada por ela como a ponta de um iceberg e foi obtida no sítio InvestWorld: “Planejador Financeiro: Um profissional de investimentos que auxilia indivíduos a estabelecer e alcançar objetivos de longo prazo, através de investimento, planejamento tributário, alocação de ativos, gerenciamento de riscos, plano de aposentadoria e planejamento imobiliário”.

Serviços com sensibilidade

Jones (2009) apresenta a definição de Frank Sisco2 que considera apresentar melhor o conceito que quer transmitir: “Os serviços financeiros com sensibilidade são serviços de consultoria de finanças pessoais e planejamento que são fornecidos aos clientes de modo a serem adequados aos sentimentos, necessidades, objetivos, temperamento, experiências, questões familiares, valores, filosofias sobre a vida e contexto financeiro”.

Como ganham os planejadores

Os planejadores financeiros podem ganhar dinheiro de três formas: comissões sobre a venda de produtos financeiros, porcentagem sobre os ativos que investem ou cobrança por hora de trabalho (o que também pode ser feito por um valor fixo). (TYSON, 2010)

Ele aconselha que a opção seja feita por planejadores que trabalhem por hora. Esse tipo de consultor não vende produtos financeiros e não gerencia recursos. Ele terá objetividade ao indicar as melhores decisões para empréstimos, planos de aposentadoria e seleção de bons investimentos.

Conflito de Interesses

Nos últimos tempos muitos bancos têm “consultores financeiros” que, na verdade, são vendedores de seus produtos. Há evidente conflito de interesses em casos onde o interesse do consultor se direciona para produtos com maior retorno para ele.

Como o planejador pode ajudar

Tyson (2010) acrescenta que um bom planejador financeiro pode ajudar:

- na identificação de problemas e objetivos;

- na identificação de estratégias para atingir seus objetivos financeiros;

- na definição de prioridades;

- na economia de tempo de pesquisa e discussão;

- na compra de produtos sem comissão;

- na objetividade para tomada de decisões importantes;

- na execução do plano, na mediação entre sócios e casais;

- na melhoria dos rendimentos e

- no conforto de colocar sua vida financeira em ordem.

Representante da Honda como consultor de transportes

Tyson (2010) qualifica firmemente a diferença entre um corretor financeiro ou de seguros e um planejador financeiro: “Planejadores que recebem comissões não são planejadores, consultores ou conselheiros de verdade – eles são vendedores”. E completa: “Um corretor de bolsa referindo a si mesmo como um consultor financeiro é como um representante da Honda se denominando consultor de transportes”.

150 programas CFP em universidades americanas

Em 2007 havia 150 programas registrados no CFP Board tanto de faculdades e universidades pelos Estados Unidos, quanto por programas online com acesso de qualquer lugar do mundo. “Infelizmente muitas aulas são simplesmente preparadas para ajudá-lo a passar no exame, não para ensiná-lo as habilidades de um planejador financeiro”. (JONES, 2010)

 

Notas

1 Certified Financial Planner Board of Standards, Inc (CFP Board) é uma organização sem fins lucrativos voltada para a certificação e estabelecimento de padrões, cuja missão é beneficiar o público através da certificação de pessoas com o título de Certified Financial Planner e assegurar essa certificação como símbolo de ética e competência.

2 Frank Sisco é um Certified Public Accountant (CPA) e um Personal Financial Specialist. Seu artigo: Sensitive Financial Services encontra-se no anexo A de Jones (2009).

 

Referências:

JONES, Nancy Langdon. So you want to be a Financial Planner. Sunnyvale, AdvisorPress, 2009. 290 p.

RATTINER, Jeffrey H. Rattiner’s Review for the CFP Certification Examination. New Jersey, Wiley & Sons Inc., 2009. 450 p.

TYSON, Eric. Personal Finance for Dummies. New Jersey, Wiley Publishing Inc., 2010. 458 p.



[1] César Locatelli é economista e mestre em economia. É sócio diretor da F2 Formação Financeira, certificado CFP® e membro da comissão de educação do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros.

 

Posted in Frações Financeiras | Leave a comment

Confira se você sabe fazer um plano financeiro

 Estão listados abaixo alguns temas que devem fazer parte do nosso conhecimento técnico quando pretendemos planejar a nossa vida financeira ou de nossos clientes.

Você pode fazer uma avaliação do seu conhecimento.

checklistVeja se você se lembra como:

1. Interpretar as ações de política monetária e política fiscal do Governo.

2. Calcular os impostos nas aplicações financeiras para escolher aquelas com melhor rendimento líquido.

3. Comparar os índices preço/lucro de ações para escolher ações com melhor potencial de ganho.

4. Elaborar estratégias com opções de compra e de venda, para proteção ou especulação.

5. Interpretar a Duration de um título ou uma carteira.

6. Avaliar os FDICs.

7. Calcular o imposto de renda de uma compra e venda de ações.

8. Calcular a taxa de uma Treasury Bill, dado seu preço.

9. Escolher a melhor opção entre um PGBL, um VGBL ou uma carteira administrada por você mesmo.

10. Determinar a portabilidade entre diferentes planos de previdência.

11. Caracterizar um seguro dotal puro.

12. Determinar a modo como se dá a sucessão em diferentes regimes de matrimônios.

13. Determinar a tributação para ganhos de capital no exterior.

14. Calcular a taxa interna de retorno de investimentos concorrentes.

15. Identificar os erros sistemáticos que cometemos em nossos investimentos.

Como posso me atualizar?

Esses temas fazem parte do Programa F2 de Formação de Planejadores Financeiros que começa dia 18 de março. Você pode obter mais informações em f2br@f2br.com.



[1] César Locatelli é economista e mestre em economia, certificado CFP e sócio diretor da F2 Formação Financeira e membro da comissão de educação do Instituto Brasileiro de Certificação de Planejadores Financeiros.

Posted in Frações Financeiras | Leave a comment

Não está na hora de investir em seu conhecimento?

estudarVocê quer tomar melhores decisões financeiras para você mesmo ou para seus clientes? O Programa F2 de Formação de Planejadores Financeiros Pessoais vai começar e você está convidado a participar. Suas decisões financeiras nunca mais serão as mesmas.

Formando Planejadores

O objetivo do programa é a Formação de Planejadores Financeiros Pessoais, além de ser um preparatório para Exame CFP®. Desenhamos um programa que privilegia a formação, usando o processo de planejamento financeiro pessoal como linha mestra e revisando fortemente conceitos essenciais de matemática financeira e estatística.

A F2 entende que o planejador financeiro pessoal é um multiespecialista, com visão estratégica e conhecimentos de administração de investimentos, gerenciamento de riscos, previdência complementar, seguros, planejamento financeiro, fiscal e sucessório.

A Certificação CFP® no mundo

A Certificação CFP® distingue profissionais pela exigência de um padrão de nível internacional de conduta ética e responsabilidade na prestação de serviços de Planejamento Financeiro Pessoal. Criada nos EUA em 1973 e inserida em 23 países, a Certificação CFP® conta com cerca de 120.000 profissionais certificados.

A Certificação CFP® no Brasil

O exame no Brasil para a certificação CFP® é ministrado pelo Instituto Brasileiro de Planejadores Financeiros Pessoais. O programa abrange quatro grandes temas: Investimento e Gestão de Riscos, Previdência Complementar e Seguros, Planejamento Sucessório e Fiscal, Planejamento Financeiro e Ética.

A F2 Formação Financeira

Nosso corpo docente é formado por experientes executivos do mercado financeiro com a missão de aprimorar a formação dos profissionais do mercado financeiro e dos consumidores de produtos financeiros.

Peça seu caderno de orientações em f2br@f2br.com .



[1] César Locatelli é economista e mestre em economia, certificado CFP e sócio diretor da F2 Formação Financeira e membro da comissão de educação do Instituto Brasileiro de Certificação de Planejadores Financeiros.

Posted in Frações Financeiras | Leave a comment